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Dieese classifica como positiva criação de empregos no primeiro governo Dilma

Dieese classifica como positiva criação de empregos no primeiro governo Dilma
Apesar de crescimento menor no último ano, desempenho para o quadriênio 2010-2014 foi positivo; para 2015, indústria preocupa
 
São Paulo – O diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, em comentário hoje (26) à Rádio Brasil Atual, avalia como “bastante favorável” a geração de empregos no primeiro mandato do governo Dilma Rousseff, com a criação de 4,8 milhões de novas vagas. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
 

Clemente destaca que há uma queda na geração de empregos, desde 2010, quando foi registrado o melhor desempenho, com pouco mais de 2,5 milhões de empregos criados naquele ano. Ainda assim, o resultado para o quadriênio 2010-2014 é positivo. “São quase 5 milhões de novos empregos, mesmo em uma situação na qual a economia tem dificuldade para manter o ritmo de crescimento”, ressalta Clemente.

O ano de 2014 registrou o pior da série desde 1999, com 397 mil postos abertos. O comentarista destaca o dinamismo do setor de serviços, responsável pela criação de 476 mil vagas. O comércio também teve desempenho positivo, com 181 mil.

Negativamente, o pior resultado vem da industria de transformação, com 164 mil postos fechados. Na construção civil, a retração foi de 106 mil postos. No último caso, o comentarista atribui a queda à finalização de grandes obras, como as da Copa do Mundo, como também do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As expectativas para 2015, segundo o diretor do Dieese, é de crescimento similar ao do ano passado, dado o contexto internacional e as dificuldades internas relacionadas às medidas de ajuste fiscal propostas pelo governo.

A preocupação maior, frisa Clemente, é com a indústria. “A estratégia de sustentação do desenvolvimento industrial é fundamental para que nós tenhamos recuperação da atividade econômica e a geração de emprego em todos os setores.”

Fonte: Rede Brasil Atual

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