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O SIM dos deputados ao reajuste do Piso Estadual de Salários de SC 2015

O SIM dos deputados ao reajuste do Piso Estadual de Salários de SC 2015

Agora é Lei: Piso Salarial Estadual de 2015 aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa

Depois de exaustivas reuniões com a classe patronal desde novembro de 2014 e tramitação nas Comissões da ALESC, o Projeto de Lei de reajuste do Piso Estadual de Salários para 2015 foi aprovado em Plenário na tarde de ontem (18/03) com o sim dos 34 deputados presentes na primeira sessão e 30 na segunda, cinco minutos depois.

Tão logo seja sancionado pelo Governador Raimundo Colombo, o Piso Estadual passa a ter o valor de R$ 908,00 (reajuste  de 8,74%) na 1ª faixa, R$ 943,00 (8,76% de reajuste)na 2ª faixa, R$ 994,00 (8,99%) na 3ª faixa e R$ 1.042,00  (8,88%)na 4ª faixa . Reajustes que variam entre 2,51% e 2,76% de aumento real, considerando variação do INPC/inflação nos últimos 12 meses (janeiro a dezembro 2014) foi de 6,23%.

O movimento sindical cutista continua reivindicando do Governo do estado um Projeto de Lei que institua uma politica de reajuste automático do Piso Estadual, a exemplo da politica nacional de reajuste do salário mínimo. Caso o Projeto de Lei (PL) não seja apresentado na ALESC por iniciativa do Governador, o movimento sindical cutista trabalha com a possibilidade de um PL de iniciativa popular, apresentado mediante assinaturas de 1% dos eleitores catarinenses. A Regional Norte da CUT, sob a Coordenação Geral do Prof. Lourivaldo Rohling Schulter (SINPRONORTE – Joinville) desencadeou nos municípios sedes dos sindicatos cutistas da Regional um mutirão de coleta de assinaturas, que deve constar o número do título do eleitor dos assinantes. Iniciativa que já começa a ser aplicada também em outras Regionais da CUT no estado. Para Neudi Giachini, a conquista de uma politica de reajuste do Piso Estadual, a exemplo da política de reajuste do Salário Mínimo, conquistada no governo Lula e reafirmada no governo Dilma, é fundamental para assegurar a valorização dos salários da classe trabalhadora como direito e não como ato de bondade do Executivo, seja o Presidente da República, seja o Governador do Estado.

Além de dirigentes e funcionários da CUT SC, da FECESC e da FETESSESC estiveram presentes dezenas de dirigentes de sindicatos cutistas do litoral, especialmente do setor do comércio e serviços (condomínios). 

 Fonte: CUT/SC

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